segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Prisioneira das recordações...


Por vezes a dor da vossa ausência é tão forte, que me sinto sufocar pelas lágrimas que caem.
Passaram seis anos…
Só queria esquecer aquela noite…
(...)
Tropeçando na fuga da escuridão que se avizinha,
Eu desisto de lutar contra os fantasmas
Deste medo que parece jamais desaparecer
A dor revela o fim que, de um feliz começo, o trono usurpa.
O mármore de meu epitáfio permanece imaculado, sepultada em vida a voz que não mais a mim pertence.

(...)
O tempo não parece capaz de me curar,
Mas apenas de continuar a me matar.
Quero esquecer o caminho de casa, quero me perder.
Quero enlouquecer para esquecer.
(...)
A verdade é que o dia de hoje é apenas tão - ou mais - horrível quanto foi o de ontem e o será o de amanhã.