segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008
Foste ilusão, és desilusão…
Tu não pensaste que eu iria descobrir, mas infelizmente descobri, descobri que preferiste mentir-me, preferiste enganar.
Tudo o que até hoje foi feito perdeu o valor após eu ter descoberto, tuas palavras passarão a ser meras palavras sem significado para mim, meras palavras nas quais não deposito mais confiança, toda a confiança que tinha em ti foi-se...
Para mim a pessoa que eras simplesmente morreu, foste afogado no teu próprio mar de mentiras e não no mar que eu conheço pois nesse mar morreria toda a beleza se lá pertencesses.
Para mim não és mais que a gota que é desperdiçada num deserto, uma gota que depois a queda não tem mais utilidade, para mim és o grão de areia que tinha em minhas mãos e soprei para fora...
Tudo o que até hoje foi feito perdeu o valor após eu ter descoberto, tuas palavras passarão a ser meras palavras sem significado para mim, meras palavras nas quais não deposito mais confiança, toda a confiança que tinha em ti foi-se...
Para mim a pessoa que eras simplesmente morreu, foste afogado no teu próprio mar de mentiras e não no mar que eu conheço pois nesse mar morreria toda a beleza se lá pertencesses.
Para mim não és mais que a gota que é desperdiçada num deserto, uma gota que depois a queda não tem mais utilidade, para mim és o grão de areia que tinha em minhas mãos e soprei para fora...
E tudo por uma estupidez…
Por covardia.
Foste uma ilusão derrotada;
Foste uma ilusão derrotada;
Foste a alegria de um pensamento;
Foste a melodia inacabada;
És desilusão.
Por vezes iludimo-nos… deixamo-nos levar por algo e vamos construindo uma realidade que não é real…Depois do pânico e da surpresa há que cair na real e viver a vida como ela é…
Não obstante, as dúvidas continuam a perseguir-me talvez até com mais intensidade…
Não obstante, as dúvidas continuam a perseguir-me talvez até com mais intensidade…
Como pude achar que ela, eras tu!!!!
sábado, 6 de dezembro de 2008
Gelo e Fogo
Outros mais em verdade já suaram ao calor e ao frio; e, através das chuvas, gelo e fogo, o medo lutou com o desejo.Ficaram, como eu, agonizados.
Eu, como eles, conquistarei o meu caminho.
Por fim a morte bolorenta onde não há calor nem frio.
Mas do meu túmulo, pela minha fronte não sopram já ventos de cura.
E o fogo e o gelo escondidos lutam sob a noite sufocante.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Adeus

Hoje sinto a falta da tua amizade. Dos momentos que passámos juntas. Das horas passadas na praia a cantar para a Lua, sozinhas. Dos ensaios de teatro. Das zangas, grandes birras. Das risotas sem fim, por tudo e por nada. Dos amuos. Da cumplicidade infantil, do encobrimento dos disparates uma da outra. Sinto falta das horas em que nos sentávamos e não precisávamos dizer nada uma a outra, para nos separarmos com a sensação de que tinha sido a melhor conversa que já tínhamos tido. Claro que tudo permanece na minha memória, no meu coração, mas a testemunha de tudo isso já cá não está. Dizem que Amigo é para sempre, mas o “para sempre” não existe, é uma utopia. E a morte afastou-nos para sempre…
Tantas coisas boas para recordar. Tantas palavras que retornam…
A saudade é tanta que me paralisa. Eu não perdi só uma amiga, perdi o meu porto de abrigo, a minha alegria, a minha única confidente, o meu mundo de sonhos… Perdi um pedaço da minha identidade, da minha vida. Perdi a minha alma… e mesmo assim não trocamos de lugar.
Sempre te disse que valia a pena lutar pela vida enquanto no mundo houvesse uma pessoa que sentisse a nossa falta. E foi o que fizeste até ao último dia. E foi o que não consegui fazer contigo… Todos os dias lutavas e todos os dias eu desistia de ti e me despedia como se fosse o último. Eu simplesmente, não te conseguia acompanhar nos planos que fazias para o futuro. A realidade era tão desesperante e amarga que os teus planos só serviam para aumentar mais a minha raiva e revolta. Mas nunca me passou pela cabeça abandonar-te. Como se pode abandonar a pessoa mais importante da nossa vida no momento em que ela mais precisa de nós?
Enquanto te vi morrer de dia para dia, Pedi um milagre, mas ele não veio. Penso no que não fiz e no tanto que poderia ter feito. Perder uma amiga como tu foi como enterrar os dedos bem dentro dos olhos e no íntimo, tive vontade de nunca mais acordar.
Sei que te custou tanto a ti como a mim. Mas também sei que esta na altura de te deixar partir, e não consigo… Manter-te ajuda-me a preencher uma parte do vazio que deixas-te e faz-me recordar a pessoa que fui até aquele dia. Porém, é chegado o momento em que devo continuar sozinha o meu caminho.
Apesar, dos segredos nos destruírem por dentro, hoje voltava a trás e repetia tudo de novo.
A saudade é tanta que me paralisa. Eu não perdi só uma amiga, perdi o meu porto de abrigo, a minha alegria, a minha única confidente, o meu mundo de sonhos… Perdi um pedaço da minha identidade, da minha vida. Perdi a minha alma… e mesmo assim não trocamos de lugar.
Sempre te disse que valia a pena lutar pela vida enquanto no mundo houvesse uma pessoa que sentisse a nossa falta. E foi o que fizeste até ao último dia. E foi o que não consegui fazer contigo… Todos os dias lutavas e todos os dias eu desistia de ti e me despedia como se fosse o último. Eu simplesmente, não te conseguia acompanhar nos planos que fazias para o futuro. A realidade era tão desesperante e amarga que os teus planos só serviam para aumentar mais a minha raiva e revolta. Mas nunca me passou pela cabeça abandonar-te. Como se pode abandonar a pessoa mais importante da nossa vida no momento em que ela mais precisa de nós?
Enquanto te vi morrer de dia para dia, Pedi um milagre, mas ele não veio. Penso no que não fiz e no tanto que poderia ter feito. Perder uma amiga como tu foi como enterrar os dedos bem dentro dos olhos e no íntimo, tive vontade de nunca mais acordar.
Sei que te custou tanto a ti como a mim. Mas também sei que esta na altura de te deixar partir, e não consigo… Manter-te ajuda-me a preencher uma parte do vazio que deixas-te e faz-me recordar a pessoa que fui até aquele dia. Porém, é chegado o momento em que devo continuar sozinha o meu caminho.
Apesar, dos segredos nos destruírem por dentro, hoje voltava a trás e repetia tudo de novo.
Foi um orgulho ter-te como amiga.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Solidão Interior
Lavam-se as saudades em lágrimas e sinto que este não é o meu lugar.Não é o meu tempo...
Não é o meu mundo.
Sinto saudades de alguém que não conheço.
E quando mesmo acompanhada, sinto-me sozinha.
Sorrio mas sinto-me triste, e os dias passam devagar.
Quando me encontro na escuridão das noites, sem ninguém, desabafo ao vento e ele desmancha as minhas palavras no ar.
Quando tenho milhões de sentimentos, encontro-me no vazio.
Sinto a dor de não viver um amor e o meu coração grita.
E quando quero amar, mas não encontro a outra metade da minha alma, começo a acreditar que o amor é apenas uma fuga... para quem não sabe viver só...
Sempre fiz de tudo para fugir da solidão, porque sempre a carreguei dentro de mim.
Sempre fiz de tudo para fugir da solidão, porque sempre a carreguei dentro de mim.
domingo, 23 de novembro de 2008
A Nossa Noite
Existem desejos nossos que, embora “calados”, anseiam por ser partilhados.Não os sentes?!!!
Tenho-te, sempre te tive nos sentidos, sinto a tua respiração no meu rosto, o cheiro do teu corpo entranhado em mim, o sabor dos teus lábios nos meus.
Sei-te por inteiro, no teu corpo e na imensidão desse oceano que te enche a alma, nessa mistura de menino-homem que esboça largos sorrisos em poemas pintados nos seus lábios… despertando-me a libido e obringando-me a dar asas à imaginação.
Sei-te pela brisa suave que emana de ti que, aos poucos, me vai revelando a tua silhueta, pedaços teus,...que vou recolhendo aqui e ali e que junto para formarem um puzzle …que sei seres TU.
TU…
EU
UMA NOITE…, apenas uma q fosse!
Noite onde o teu corpo se despe na penumbra para ser meu.
Noite em que te toco, em que te desenho sobre a pele circulos frenéticos de prazer.
Noite em que a minha respiração te acaricia, numa onda quente que nos trás à memória um mar de sentimentos.
Noite em que me dou, me ofereço despida, acordada dentro de um sonho...para te saciares de mim.
Noite em que recebo os fluidos do teu corpo, benção divina do prazer.
Noite em que te devoro com a suavidade dos lábios que te percorrem o pescoço.
Noite em que serei o teu canteiro, teu ramo, ninho para os teus suspiros, confluência dos meus desejos.
Noite em que o meu prazer será o teu.
Noite de provocações a transbordar de mim em ti...
Noite em que te quero louco, desejoso, ansioso, fogoso, selvagem...em q te quero o meu TUDO.
Noite de corpos entrelaçados à espera um vertiginoso prazer.
NOITE... Essa, apenas uma que fosse,
Para ser a NOSSA NOITE!
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Não a sentes?!...

A EXCITAÇÃO que te provoco arde em mim, abraza-me!
É como uma fogueira intensa e determinada que me impulsiona para “um desconhecido” e a querer enfrentá-lo, sem preconceitos nem pudores…até o sentir submisso aos meus desejos e caprichos…quiçá também os teus!
É como uma fogueira intensa e determinada que me impulsiona para “um desconhecido” e a querer enfrentá-lo, sem preconceitos nem pudores…até o sentir submisso aos meus desejos e caprichos…quiçá também os teus!
Tua boca, na minha…
Teu corpo no meu Corpos imersos em sonhos, essências e sabores, uma mistura de amor, suor e prazer.
AVIDEZ…da minha EXCITAÇÃO!
Não a sentes?!. ...
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Encontro (para um grande amigo que não acredita no fingimento, e nos sonhos acreditas?)
Era a PRAIA mais linda, mais calma, que algum dia pisei!As ONDAS DO MAR esbatiam-se na areia e formavam caracóis quando, ao saltitar, me molhavam os pés!
Ao longe, pela areia molhada, caminhando na minha direcção, avistei um VULTO!
Em passos marcados na areia, veio ao meu encontro, até deixar de ser VULTO!..
...CHEGASTE!
Olhaste-me, olhei-te!
Num repente, como por magia, demos as mãos, corremos, brincamos, chapinámos...
Abraçados, molhados, provámos dos nossos lábios o sabor a sal!
Fizemos amor!
Assim ficamos, … TU, EU, a sentir que o MAR era NOSSO!
Por fim, noite dentro, foi o mar espraiando-se nos nossos corpos que nos acordou.
Feliz Aniversário...
Hoje é o teu aniversário, mas quem festeja sou eu...
Festejo o prazer de seres meu amigo!
Que neste dia iluminado sejas ainda mais feliz!
Beijo com carinho, fofo e doce.....
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Ser ou não ser!!!!
Por ser portuguesa "morro de saudades" em vez de apenas "sentir falta", não tenho meramente um "destino", tenho sim um "fado", quem amo, amo e não apenas gosto como de quem gosto não amo. Assim como na era dos descobrimentos os meus antepassados acreditaram nos seus sonhos, e mesmo tendo de lutar contra deuses, tormentas nunca desistiram até atingir o que buscavam, também eu luto enquanto acredito. Possuo alma de poeta como Florbela Espanca, e tenho amores não correspondidos que me fazem não desejar viver.Amo incondicionalmente estando presa sem prender e tentei lutar contra quem viesse, como Pedro e Inês. Mesmo naufraga em alto mar, protejo com a vida o que de mais valor possuo dentro de mim, como Camões com os Lusíadas... Sou louca como Fernando Pessoa e crio personagens de mim mesma....
Mas por vezes gostaria de apenas sentir falta e não morrer de saudades, queria ter um destino e não um fado, queria que um gosto de ti (I love you) servisse como um amo-te. Queria não acreditar tanto e não ter lutas em vão. Queria ser de grandes amores e dar-me a muitos mais e não ser tão fatalista. Queria ter samba no olhar e não a nostalgia... Enfim existem dias que preferia não ser quem sou, mas também sei que só o sou porque existem outros dias que o quero ser.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
N1n6u3m m3 3n51n0u 0 qu3 3r4 0 4m0r
3u v0u f3ch4r 45 m405 c0m 4 f0rc4 d3 qu3m ch0r4 3 35qu3c3r qu3 0 mund0 3 0 mund0 d3 qu3m 0 d1z.3 3u d160 0 m3u n0m3 c0m 4 m35m4 c3r73z4 c0m qu3 3mb4rc0 n05 73u5 0h05.
3u d160 0 m3u n0m3 c0m 70d4 4 cr3nc4 qu3 m3 f1z3r4m 73r.
M45 n4 7u4 b0c4 0 m3u n0m3 3 53mpr3 0u7r0 c4n71c0.
N4 7u4 b0c4 3u 35qu3c0 0 4pr3nd1d0 3 d354cr3d170 0 mund0, nunc4 740 d0c3 c0m0 n05 73u5 4b105.
N1n6u3m m3 3n51n0u qu3 0 mund0 p0d14 73r 0 74m4nh0 d4 7u4 73rnur4...
N1n6uém m3 3n51n0u 0 qu3 3r4 0 4m0r.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Ao acordar...sem ti
Acordei e o meu primeiro pensamento…correu para ti! Quando, ao sair de casa, uma brisa suave me acariciou no rosto e fez os meus cabelos esvoaçarem…
senti que eram carinhos teus …
que pediste ao vento para me entregar.
Passei numa floresta e senti os perfumes da “vida”, de folhas secas e molhadas, aromas de flores, que podiam ser de jasmim ou de rosas, de rosmaninho ou de alfazema e pensei que era uma mensagem tua…
que me tinhas enviado com o teu perfume…
para não me esquecer de ti!
Os pássaros a chilrear, a namorarem nos ramos, fizeram-me lembrar as canções (cats) que um dia escutamos juntas…num cantinho só nosso…
Quando a noite caiu e já tudo era silêncio, olhei para o céu e vi.
Uma estrela falou-me…
que a tinhas mandado dizer-me que mesmo que nunca nos voltemos a encontrar, jamais nos iríamos esquecer.
Foi então que uma gota de orvalho atrevida caiu na minha face
…outra e mais outra…e perguntei-me:
Seriam lágrimas de SAUDADE, da minha e da tua?
terça-feira, 7 de outubro de 2008
ESTA...sou EU!
OLHO o imenso mar ...onde te "VEJO"...e sinto uma vontade louca de partir para o " não sei onde"...em qualquer parte do mundo!
Por entre a minha solidão a tua voz ecoa silenciosamente...
Aquelas duas estrelas, ali no céu azul, são os teus olhos, são o meu SONHO!
...Um sonho distante que procuro em "lugares que não existem", para além do horizonte, para lá do oceano e das estrelas!...
Se digo uma palavra "vestido" de ternura, é a tua imagem, o teu olhar, o teu sorriso... as tuas mãos, o teu mistério...que me vêm ADORMECER.
...
Somos as vidas de um sonho,
Somos vida, sonho, eternidade,
Somos prisioneiros de nossas próprias angústias,
Sou a tua imagem ...e a minha imagem está em ti !
És a saudade emoldurada naquele quadro que pintei de sonhos inacabados e que pendurei no silencio da minha alma!.
ESTA...sou EU!
terça-feira, 30 de setembro de 2008

Não sei onde estou, perdi a noção de lugar, de tempo, deixei o vazio vestir o meu corpo, deixei a solidão tomar de assalto a minha alma mergulhando o espírito nas águas gélidas do oceano profundo.
Entre a pequenez do detalhe e a imensidão da ausência, recriam-se encontros entre o que escutamos, sentimos, lemos. Controem-se sonhos, mundos e quimeras, na ânsia de colmatar as necessidades da alma, a sede do espírito, a fome do corpo.
Há um presságio de vida no coração que ocupa o vazio enquanto nos olhos as lágrimas são vestígios do luar que ocupou solenemente a noite. Na dança das palavras, que rodopiaram de folha em folha, a alma queimou os passos crédulos, pisando essa lua incendiada pelos traços pintados à luz do reflexo de espelhos solitários...que reflectem a mesma eternidade do reencontro. O fogo, devorador dos desejos, materializa-os em alquimias de imagens recordadas do que foi... E quando as folhas brancas parecem vazias, apenas deram lugar à passagem das palavras desse seu suporte temporário até à alma de quem as recebe. E o fogo, que desmaia na cinza, renasce sempre, algures entre o sol e a lua...sim, renasce...
Aqui sentada, espero que a noite me abrace num prolongado momento de solidão
Hoje sinto-me só, e farta de sonhar...
(...)Then touch my tears with your lips
Touch my world with your fingertips (...)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
@ |\|0$$@ |*|21|\/|31|2@ \/3z - Última Parte

(...)
Ambos vamos ao encontro do prazer...da loucura
Meto a língua na tua boca encosto o meu rosto ao teu...quero-te TODO, sacudo a cabeça, os mamilos estão maravilhosamente excitados...espevitados quando os teus lábios os sorvem e a língua os titilam..
As minhas ancas dançam...balançam...em movimentos de suplica...a subir...a descer para me sentir mais preenchida e penetrada....conduzes o meu subir e o descer...elevas os rins e entras ainda mais fundo em mim...onde permaneçes para sentir os espasmos, os estremecimentos do teu sexo...duro, erecto, latejante, glande vermelha e brilhante...
Lascivamente as nossas línguas dançam, entram nas nossas bocas...saem...provam o nosso sabor, misturam-se...estremeces..estremeço, gritas...grito...peço, pedes...
...angel of music...hummm simmmm que bomm...amo-teeeeeeeeee..simm princesaaa senteee-meee, gozaaaangel of music.....simmm....adorooooooo...maissssssssssss...sim...
fazzzzz não paresr...andaaaa simmmm maisssss..muitooooooo. simm...
Estremecemos, convulsamos...
"Cavalgo" em ti...quero o teu gozo...para me fazer gozar...sou a tua MULHER apenas tua, és o meu HOMEM…só meu...
Apoio os braços no teu ventre, no teu peito.....subo...desco...o entro e saio...é agora rápido...aumentando cada vez mais....
Debruço-me, para me excitar ainda mais...olho...quero ver o teu sexo a entrar e a sair do meu ...
Toco-lhe... e o prazer aumenta
Subo...desço...domino e sou dominada, gozo e faço gozar....cravo as unhas na tua pele, arranho-te o peito...e suplico...
Simmmm angel of music….agoraaaaaaa...dá-mee. .queroooosentirrrrr-te...dá-me ssimmmmmmr...tomaaahummmmm que bommm sintoo-teeee dennntro de mimmmm angel of music..angel of music...olhaaaaa toooooo hummm dáaaaaaaa-meeee ...maissss...isssooooo.hummmm AAAAMOOOOOOOOOOOO-TE ...
No meio desta agitação, num movimento rápido, colocas-me de costas e ajoelhada ofereço-te os meus quadris para gozar uma penetração por trás...
Abro as pernas e levanto as nádegas para me abrir mais para ti...elevo-me um pouco., abraças-me pela cintura e guias o pénis até aos lábios já bem lubrificados do meu sexo.
A ponta da glande esfrega ao de leve o clítoris...estremeço...empurro para trás e o pénis rompe...entra em mim profundamente....
As minhas costas arqueiam...agarrado aos meus cabelos "domas-me ", ora puxando-os...para me penetrar ainda mais...ora soltando-os...para sincronizar os movimentos de vai e vem...de entra e sai...
Debruçado, beijas-me a nuca, os cabelos, o pescoço, metes a língua nas orelhas, mordiscas-mas…peço-te:
Andaaaaaaaaaa...maissssssssssss..hummmmmmmmm..que bommmmmm masiiissss ...issoooo..Gostassss miudaaa...issooooogozaaaa.
Com as mãos, acaricias-me as maminhas, titilas os biquinhos...duros e espevitados..
A cada penetração, a velocidade aumenta...mas sempre sincroniza...suspiro, gemo, grito, ...lanço a cabeça para trás e para a frente, abandonada ao gozo e ao prazer
O meu corpo queima, o pénis, molhado dos meus sucos, continua, roça as paredes da vagina, num ritmo desenfreado...
Transfiguro-me, o meu corpo suado pede mais...mais aindaaa....o vai e vem é agora brutal...
Abandono-me, relaxo... penetras, ...sentes-me, continuas ...
Suspiro...sentes a contracção do orgasmo que não tarda em mim... do orgasmo que se aproxima... O roçar da penetração aumentam a tua excitação.... empurras vigorosamente apoiado no meus ombros...que puxas...os meus golpes de rins obrigam-te a penetrações cada vez mais profundas. ....
Hummangel of music...nãooo pares...simmmmm... agoraaaa ummmmm que bommmmmmm...aiiiiiii olhaaaaaa..simmmmmmagora...VEMMMMMM-TE specialbboooooooooyyyyyyyy...simmmmm.. Aumentas o ritmo, és selvagem...puxas-me contra ti...enterras..penetras mais....eee....
angel of music aiiiiiiii...nãooooo simmmmmmmm estouuu vouuu virrrr-,mmeeeeeeee...
O meu orgasmo surge rápido,encontra-se com o teu, misturam-se, são AMOR, .....explodimos demoradamente...
Assim ficamos...
Corpos encaixados , lábios colados a namorarem-se, olhos brilhantes de felicidade, tu e eu, embalados pelas ondas do prazer onde tínhamos navegado, para adormecemos abraçados...nos braços do AMOR!
Meto a língua na tua boca encosto o meu rosto ao teu...quero-te TODO, sacudo a cabeça, os mamilos estão maravilhosamente excitados...espevitados quando os teus lábios os sorvem e a língua os titilam..
As minhas ancas dançam...balançam...em movimentos de suplica...a subir...a descer para me sentir mais preenchida e penetrada....conduzes o meu subir e o descer...elevas os rins e entras ainda mais fundo em mim...onde permaneçes para sentir os espasmos, os estremecimentos do teu sexo...duro, erecto, latejante, glande vermelha e brilhante...
Lascivamente as nossas línguas dançam, entram nas nossas bocas...saem...provam o nosso sabor, misturam-se...estremeces..estremeço, gritas...grito...peço, pedes...
...angel of music...hummm simmmm que bomm...amo-teeeeeeeeee..simm princesaaa senteee-meee, gozaaaangel of music.....simmm....adorooooooo...maissssssssssss...sim...
fazzzzz não paresr...andaaaa simmmm maisssss..muitooooooo. simm...
Estremecemos, convulsamos...
"Cavalgo" em ti...quero o teu gozo...para me fazer gozar...sou a tua MULHER apenas tua, és o meu HOMEM…só meu...
Apoio os braços no teu ventre, no teu peito.....subo...desco...o entro e saio...é agora rápido...aumentando cada vez mais....
Debruço-me, para me excitar ainda mais...olho...quero ver o teu sexo a entrar e a sair do meu ...
Toco-lhe... e o prazer aumenta
Subo...desço...domino e sou dominada, gozo e faço gozar....cravo as unhas na tua pele, arranho-te o peito...e suplico...
Simmmm angel of music….agoraaaaaaa...dá-mee. .queroooosentirrrrr-te...dá-me ssimmmmmmr...tomaaahummmmm que bommm sintoo-teeee dennntro de mimmmm angel of music..angel of music...olhaaaaa toooooo hummm dáaaaaaaa-meeee ...maissss...isssooooo.hummmm AAAAMOOOOOOOOOOOO-TE ...
No meio desta agitação, num movimento rápido, colocas-me de costas e ajoelhada ofereço-te os meus quadris para gozar uma penetração por trás...
Abro as pernas e levanto as nádegas para me abrir mais para ti...elevo-me um pouco., abraças-me pela cintura e guias o pénis até aos lábios já bem lubrificados do meu sexo.
A ponta da glande esfrega ao de leve o clítoris...estremeço...empurro para trás e o pénis rompe...entra em mim profundamente....
As minhas costas arqueiam...agarrado aos meus cabelos "domas-me ", ora puxando-os...para me penetrar ainda mais...ora soltando-os...para sincronizar os movimentos de vai e vem...de entra e sai...
Debruçado, beijas-me a nuca, os cabelos, o pescoço, metes a língua nas orelhas, mordiscas-mas…peço-te:
Andaaaaaaaaaa...maissssssssssss..hummmmmmmmm..que bommmmmm masiiissss ...issoooo..Gostassss miudaaa...issooooogozaaaa.
Com as mãos, acaricias-me as maminhas, titilas os biquinhos...duros e espevitados..
A cada penetração, a velocidade aumenta...mas sempre sincroniza...suspiro, gemo, grito, ...lanço a cabeça para trás e para a frente, abandonada ao gozo e ao prazer
O meu corpo queima, o pénis, molhado dos meus sucos, continua, roça as paredes da vagina, num ritmo desenfreado...
Transfiguro-me, o meu corpo suado pede mais...mais aindaaa....o vai e vem é agora brutal...
Abandono-me, relaxo... penetras, ...sentes-me, continuas ...
Suspiro...sentes a contracção do orgasmo que não tarda em mim... do orgasmo que se aproxima... O roçar da penetração aumentam a tua excitação.... empurras vigorosamente apoiado no meus ombros...que puxas...os meus golpes de rins obrigam-te a penetrações cada vez mais profundas. ....
Hummangel of music...nãooo pares...simmmmm... agoraaaa ummmmm que bommmmmmm...aiiiiiii olhaaaaaa..simmmmmmagora...VEMMMMMM-TE specialbboooooooooyyyyyyyy...simmmmm.. Aumentas o ritmo, és selvagem...puxas-me contra ti...enterras..penetras mais....eee....
angel of music aiiiiiiii...nãooooo simmmmmmmm estouuu vouuu virrrr-,mmeeeeeeee...
O meu orgasmo surge rápido,encontra-se com o teu, misturam-se, são AMOR, .....explodimos demoradamente...
Assim ficamos...
Corpos encaixados , lábios colados a namorarem-se, olhos brilhantes de felicidade, tu e eu, embalados pelas ondas do prazer onde tínhamos navegado, para adormecemos abraçados...nos braços do AMOR!
É assim que eu sou, de entrega total, não gosto de me dividir, dou-me por inteira a quem amo, sou excitação, prazer, gozo...mas sou também AMOR!"
Se UM dia este SONHO vier a ser REAL, ficarás a saber que a fazer amor, transfiguro-me, domino, ...sou "selvagem", quando gostam que o seja mas sei-me deixar dominar, ser conduzida, quando "alguém " o deseja !!!
Mas sou assim, sou DUAS, sou EU (o anjo AMOR, ternura, paixão, entrega...sou ALMA) mas sou tb a OUTRA ( sou a LOUCA, sou PRAZER, GOZO, sou CORPO)
Para serem FELIZES, EU e a OUTRA, precisamos de viver JUNTAS...ser CORPO e ALMA!!
Será que ambas te poderão SEDUZIR?!!!!
Diz-mo...preciso que mo digas!
Uma vez um grande amigo disse-me " um aspirante a poeta é o q escreve o q pensa q os outros esperam q ele escreve, um poeta mediano é o que escreve o que pensa que deve escrever e o verdadeiro poeta é o q escreve o realmente quer escrever.
(4p354r d3 d4r35 4 1d314, 35cr3v1 0 qu3 qu15 35cr3v3r, p4r3c3 qu3 64nh31 4 4p0574, 3 740 b0m 53r 3u, lol).
(4p354r d3 d4r35 4 1d314, 35cr3v1 0 qu3 qu15 35cr3v3r, p4r3c3 qu3 64nh31 4 4p0574, 3 740 b0m 53r 3u, lol).
domingo, 28 de setembro de 2008
@ |\|0$$@ |*|21|\/|31|2@ \/3z - Parte III
(...)Os meus lábios tomaram conta dos teus, a minha língua procurou a tua, brinquei com ela...suguei-a.
Sentiste-a quente, húmida, queimar-te o pescoço, o peito e depois a passear-se, pelos braços, pelos mamilos excitados, deixando-te em todo o corpo rastos de mim.....
Despis-te-me a tshirt...a única peça de roupa que ainda tinha vestida...
Abraçei-te pelo pescoço e sou eu agora quem te "escraviza"...
Empurro-te provocadoramente para a água, abro-te o fecho das calças e contemplo o teu sexo erecto, pujante...pleno de excitação...
Olho-o, um olhar sensual, atrevido, “guloso”e acaricio-o carinhosamente com as mãos....em suaves movimentos ...num vai e vem...num sobe e desce prolongado e deliciosamente lento....
Demoro-me nele, como que “orgulhosa” de o conseguir tornar ainda mais duro e erecto e vendo a tua excitação aumentar...
Beijo a glande, prendo-a entre os lábios que a envolvem e aprisionam, com a língua molho-a de saliva, deixando-a mais intumescida, luzidia e deslizante...mais sensível...
Ternamente meto-a na boca...
Agarro o pênis com a mão enquanto na boca a língua provoca na glande uma sensação quente e humida...que te faz estremecer...
Os movimentos são lentos, numa cadência excitante de entra e sai...que te faz mergulhar num prazer sublime...
Olho-te.incendiada e contínuo...
Lambo ao comprido , beijo a glande...e meto-a de novo na boca...vês nos meus olhos o prazer...de sentir o teu sabor, misturado com salgado do mar...o teu "cheiro"...continuo “orgulhosa”, feliz por ver o efeito que te estou a causar...
Paro...quando sinto que estas à beira de explodir...
Deitas-me e perdes-te nos meus seios...maravilhosamente expostos...biquinhos hirtos, que espevitam, despertam, e endurecem ainda mais...quando os “prendes” com os lábios .chupas, sugas, mordiscas suavemente, lambes em volta, brincas...
Como já não posso esperar mais, notas-lo nas minhas faces avermelhadas, ...largas-me...
Empurro-te...ajoelhas-te na areia, subo as pernas e pelos joelhos coloca-as nos teus ombros.... com a ponta da língua provocas-me...
Estremeco a cada contacto...estou excitada, abano a cabeça de um lado para outro...
Lambes-me em movimentos demoradamente suaves, lentos, escorregadios...passeias os lábios pelo meu ventre macio e sedoso, a língua viaja pela pele do interior das minhas coxas, pelas virilhas... até ao clitóris... e quando te apercebo que estou perto do orgasmo...aumentas o ritmo...massajas...mordiscas… lambes...acaricias....
Quando já não consigo refrear os desejos, obrigo-te a parar “prendendo-te” a cabeça com as pernas..
Levantas-te, olhas-me...lindo..um sorriso feliz na face, estendo-te os braços..e juntamo-nos num abraço longo, apertado, de posse...de amor infinito!...
Abraçados, corpos molhados, invade-nos a onda do desejo...
A minha língua namora...faz amor com a tua...chupa-a, devora-a...
Sentada no teu corpo...envolvo-te as ancas com os joelhos e ergo-me um pouco...encosto a glande do teu sexo ao meu e muito lentamente...no meio de unnn..aaiiiiiiisimmmmmmm amoo-teee ...muitooooo, ....
vou-me sentando...mais... mais...mais ainda...
Fico a balançar... suavemente...a subir ... a descer...deixo penetrar-me...suavemente..
A fricção dos sexos é viscosa...deslizante...macia...
Debruço-me sobre o teu peito...os meus mamilos...molhados da tua saliva e do mar, quando os chupas sabem a mel e a sal, a morango, cheiram a rosas, canela...estão espevitados e duros
Aperto-te os quadris com os joelhos...suspiro....
Ergo-me e com as mãos apoiadas no teu peito...começo a sentar-me, a subir e a descer...a levantar e a baixar as nádegas...muito lentamente mas firme..
Volto a “sentar-me” .e com o prazer nos olhos...abandono-me ao peso suave do meu corpo....
Solto um aiiiiiiiiiii...um hummm e “suspiro-te ”ao ouvido..
SpecialBoy…simmm andaaa faz AMOR...entra em mim...penetra-me...faaz de mimmmm o teu gozooo
Agarras-me pelos ombros e pressionas ao mesmo tempo que puxas o meu corpo contra o teu...
Erges o ventre, apoio as mãos na tua cintura...agarras-me pelas ancas...elevas-me...e em balanços suaves, para que relaxe, no meio de carícias e palavras loucas e atrevidas, fazes-me descer em ti...subir ....descer...
Suspiro, gemo baixinho...os meus olhos falam, pedem, suplicam prazer...
Dou-te os lábios, passeio a língua no teu pescoço, nas orelhas...nos mamilos excitados... ansioso do momento...
Elevo-me, subo...
Repentinamente, sob o peso do meu corpo, ...com um golpe macio mas forte, enterro-me no teu sexo...que rompe, desliza e entra em mim...penetra-me por completo...
No teu peito o suor mistura-se com o meu aroma...
Bebes dos meus olhos, uma lágrima...doce..que brota da minha felicidade...
Abraças-me com carinho e cicias-me palavras atrevidas, ousadas, desafiadoras e excitantes...mas de muito AMOR!
Estou em mim...estamos um no outro...corpos unidos...sexos a sentirem-se..a devorarem-se....
E partimos...
Sentiste-a quente, húmida, queimar-te o pescoço, o peito e depois a passear-se, pelos braços, pelos mamilos excitados, deixando-te em todo o corpo rastos de mim.....
Despis-te-me a tshirt...a única peça de roupa que ainda tinha vestida...
Abraçei-te pelo pescoço e sou eu agora quem te "escraviza"...
Empurro-te provocadoramente para a água, abro-te o fecho das calças e contemplo o teu sexo erecto, pujante...pleno de excitação...
Olho-o, um olhar sensual, atrevido, “guloso”e acaricio-o carinhosamente com as mãos....em suaves movimentos ...num vai e vem...num sobe e desce prolongado e deliciosamente lento....
Demoro-me nele, como que “orgulhosa” de o conseguir tornar ainda mais duro e erecto e vendo a tua excitação aumentar...
Beijo a glande, prendo-a entre os lábios que a envolvem e aprisionam, com a língua molho-a de saliva, deixando-a mais intumescida, luzidia e deslizante...mais sensível...
Ternamente meto-a na boca...
Agarro o pênis com a mão enquanto na boca a língua provoca na glande uma sensação quente e humida...que te faz estremecer...
Os movimentos são lentos, numa cadência excitante de entra e sai...que te faz mergulhar num prazer sublime...
Olho-te.incendiada e contínuo...
Lambo ao comprido , beijo a glande...e meto-a de novo na boca...vês nos meus olhos o prazer...de sentir o teu sabor, misturado com salgado do mar...o teu "cheiro"...continuo “orgulhosa”, feliz por ver o efeito que te estou a causar...
Paro...quando sinto que estas à beira de explodir...
Deitas-me e perdes-te nos meus seios...maravilhosamente expostos...biquinhos hirtos, que espevitam, despertam, e endurecem ainda mais...quando os “prendes” com os lábios .chupas, sugas, mordiscas suavemente, lambes em volta, brincas...
Como já não posso esperar mais, notas-lo nas minhas faces avermelhadas, ...largas-me...
Empurro-te...ajoelhas-te na areia, subo as pernas e pelos joelhos coloca-as nos teus ombros.... com a ponta da língua provocas-me...
Estremeco a cada contacto...estou excitada, abano a cabeça de um lado para outro...
Lambes-me em movimentos demoradamente suaves, lentos, escorregadios...passeias os lábios pelo meu ventre macio e sedoso, a língua viaja pela pele do interior das minhas coxas, pelas virilhas... até ao clitóris... e quando te apercebo que estou perto do orgasmo...aumentas o ritmo...massajas...mordiscas… lambes...acaricias....
Quando já não consigo refrear os desejos, obrigo-te a parar “prendendo-te” a cabeça com as pernas..
Levantas-te, olhas-me...lindo..um sorriso feliz na face, estendo-te os braços..e juntamo-nos num abraço longo, apertado, de posse...de amor infinito!...
Abraçados, corpos molhados, invade-nos a onda do desejo...
A minha língua namora...faz amor com a tua...chupa-a, devora-a...
Sentada no teu corpo...envolvo-te as ancas com os joelhos e ergo-me um pouco...encosto a glande do teu sexo ao meu e muito lentamente...no meio de unnn..aaiiiiiiisimmmmmmm amoo-teee ...muitooooo, ....
vou-me sentando...mais... mais...mais ainda...
Fico a balançar... suavemente...a subir ... a descer...deixo penetrar-me...suavemente..
A fricção dos sexos é viscosa...deslizante...macia...
Debruço-me sobre o teu peito...os meus mamilos...molhados da tua saliva e do mar, quando os chupas sabem a mel e a sal, a morango, cheiram a rosas, canela...estão espevitados e duros
Aperto-te os quadris com os joelhos...suspiro....
Ergo-me e com as mãos apoiadas no teu peito...começo a sentar-me, a subir e a descer...a levantar e a baixar as nádegas...muito lentamente mas firme..
Volto a “sentar-me” .e com o prazer nos olhos...abandono-me ao peso suave do meu corpo....
Solto um aiiiiiiiiiii...um hummm e “suspiro-te ”ao ouvido..
SpecialBoy…simmm andaaa faz AMOR...entra em mim...penetra-me...faaz de mimmmm o teu gozooo
Agarras-me pelos ombros e pressionas ao mesmo tempo que puxas o meu corpo contra o teu...
Erges o ventre, apoio as mãos na tua cintura...agarras-me pelas ancas...elevas-me...e em balanços suaves, para que relaxe, no meio de carícias e palavras loucas e atrevidas, fazes-me descer em ti...subir ....descer...
Suspiro, gemo baixinho...os meus olhos falam, pedem, suplicam prazer...
Dou-te os lábios, passeio a língua no teu pescoço, nas orelhas...nos mamilos excitados... ansioso do momento...
Elevo-me, subo...
Repentinamente, sob o peso do meu corpo, ...com um golpe macio mas forte, enterro-me no teu sexo...que rompe, desliza e entra em mim...penetra-me por completo...
No teu peito o suor mistura-se com o meu aroma...
Bebes dos meus olhos, uma lágrima...doce..que brota da minha felicidade...
Abraças-me com carinho e cicias-me palavras atrevidas, ousadas, desafiadoras e excitantes...mas de muito AMOR!
Estou em mim...estamos um no outro...corpos unidos...sexos a sentirem-se..a devorarem-se....
E partimos...
(continua...)
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Enrolo-me nos teus braços no sufoco profundo de te ter, na paixão efémera de me deixar perder nos teus olhos… no teu toque. Abraça-me como se fosse o ontem.
Beija-me uma única vez como se fosse o amanhã .
Faz-me saborear a vontade que retenho na incapacidade de te alcançar, faz-me soltar os versos que ainda te faltam dedicar.
Deixa-me ver-te assim na perfeição que não tens, deixa-me amar a tua sombra.
Deixa-me conhecer-te mesmo sem te tocar
Amei-te no segredo da multidão, conheci-te de rosto espantado no meio da solidão nocturna.
A flor que nasce no meu coração descobre a beleza da vida nas mãos do seu jardineiro...
Amei-te no segredo da multidão, conheci-te de rosto espantado no meio da solidão nocturna.
A flor que nasce no meu coração descobre a beleza da vida nas mãos do seu jardineiro...
Pétala a pétala desfolho a saudade intensa.
Agora,neste momento, na solidão silenciosa da serra, olho as estrelas procurando sentir-te como lenitivo desta saudade que explode cá dentro...
Agora,neste momento, na solidão silenciosa da serra, olho as estrelas procurando sentir-te como lenitivo desta saudade que explode cá dentro...
E o brilho mais intenso da Noite é o teu.
Guardo-o em mim.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Quero-te

Toca-me, quero sentir que sou viva, que existo...para ti.
Não vale a pena ser alguem se não me tocas.
Se não me sentes, se eu não te sinto.
Faz sentir-me única, faz-me sentir um mundo no teu mundo.
Deixa-me conhecer-te, deixa-me aprender-te.
Quero saber tudo.
Ama-me.
Dá-me a sentir o sentimento mais frio e nobre que pode existir, o que toda gente quer e teme.
Eu quero sentir.
Eu quero, e tu?
Queres dar-me?
Serão sempre teus...

O silêncio da noite cala a tua voz!
Sinto-te distante,
Sinto-te distante,
Distante de mim…
Dos meus sonhos,
Dos meus desejos,
Distante da minha realidade!
E estamos tão perto! …
Fujo das horas imersas em saudades,
Ávida do teu sorriso, do teu olhar!
E pergunto-me…
Voltarás?!
Chegarás nas asas do vento,
voando na brisa fresca de um entardecer?
Voltarás?!
Chegarás no perfume das flores,
junto com o canto dos pássaros de um amanhecer?!.
Ou vou ficar assim, a caminhar pelas estradas da solidão,
a navegar pelos oceanos do tempo,
arrastada pelas ondas da saudade? …
Até atracar no cais da ilusão!
Voltes ou não…
Serão sempre teus...
os meus versos,
as minhas rimas,
os meus pensamentos.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Normalidade
Agora é oficial, só faço MERDA.Só ainda não descobri se é uma característica inata ou adquirida.
Prefiro morrer de remorsos a morrer de tédio.
Ou não.
Estou toda desordenada...
As palavras nem sequer me soam bem, só me doem.
A culpa não está na vontade, está no ser.
Não é falta de vontade de fazer o certo, é só receio de não o conseguir fazer.
Pelo hábito...
Por não saber...
Erros MEUS

As árvores do além, no escuro da noite, choram baixinho!
Com ternura, imploram um beijo, um carinho!
A lua já não sorri e as estrelas no céu, tristes, já não cantam melodias de amor!
No silêncio das noites escuras, recordo-te e… estremeço!
Terríveis as horas correm, implacável, o ONTEM não voltará mais!
Queria fugir, correr, correr, correr mais que o TEMPO e afogar-me no mar do ESQUECIMENTO!
Na solidão do meu remorso, revejo os meus ERROS.
Penso…
No que não fiz, porque não pude!
Ou será que não quis...?
Penso…
No que não fiz, porque não pude!
Ou será que não quis...?
domingo, 24 de agosto de 2008
Hoje senti vontade de recordar!

Momentos existem inexplicáveis, de sensações estranhas, em que não nos COMPREENDEMOS, em que nos sentimos DIFERENTES, em que somos OUTROS, limitados, somos um dilema!
Momentos em que PENSAMOS em TUDO sem pensarmos em NADA, em que olhamos o PASSADO e sentimos o PRESENTE mas em que esquecemos que existe um FUTURO, um AMANHÃ!
Momentos em que, PERDIDOS, VACILANTES, cigarro entre os dedos, de olhos no INFINITO, não os queremos FECHAR para sentirmos que estamos VIVOS...mas querendo DORMIR para pararmos de PENSAR!
Momentos em que somos SIM sem deixarmos de ser NÃO!
Também os tive...
Nesses momentos costumava ESCREVER, "vomitar "para o papel o que me ia na ALMA!
Sempre gostei de "passar ao papel" momentos meus, tanto os MULTICORES como os NEGROS...
Chamo-lhes POEMAS e não sou POETISA...mas SÃO MEUS!
HOJE apeteceu-me RECORDAR um desses MOMENTOS, escrito numa certa NOITE ...com um cigarro entre os dedos.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
HOJE...
...E perguntei às aves da selva,às estrelas da noite,
às ondas da praia,
aos ventos da saudade,
às feras da SOLIDÃO...
Onde está o meu AMOR???!!
E todos, aves, estrelas, ondas e ventos e as feras...se enterraram no oceano do SILÊNCIO!!!...
Também perguntei...
aos cactos do deserto,
às flores do caminho,
à lua no céu,
ao sol do poente...
Mas onde está o meu AMOR???!!!
Simplesmente....Os cactos, as flores, a lua e o sol...cavaram mais silêncio!!!
Então, joguei-me na NOITE,...atirei-me no ESPAÇO...e NAVEGUEI...
... ... ...
Tenho de O ENCONTRAR!!!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Pedaços de mim...

Não sei se já dormes!!!!!
Pelo sim pelo não, enquanto te falo, vou rabiscando este amontoado de palavras, para o caso de não me estares a ouvir!
Dentro de cada um de nós existe uma sensibilidade pendente, pulsante diria eu, que pode manifestar e influenciar as nossas decisões e caminhos.
A minha, talvez tenha sido demasiado influenciada, porque nos dois mundos em que vivo tudo se confunde.
A fantasia tenta desesperadamente sobrepor-se às coisas banais (ao que alguns chamam as coisas simples).
Quando do nada alguém me fala da forma que eu sempre procurei e me vê como sou, a minha imaginação borbulhante imagina e sonha mais do que em qualquer outro momento.
De um sonho vivi, ainda vivo e viverei sempre, como se saísse do meu corpo e não estivesse aqui.
Por isso nunca exigi, nunca perguntei demasiado, e nunca serei capaz de apontar o dedo e acusar, porque essa atitude não faz parte de mim, faz parte do mundo onde me recuso a viver.
O tempo mensurável é algo que só existe aqui, enquanto escrevo, enquanto durmo ou trabalho, o outro tempo, o tempo do meu sonho é só mensurável nos sentimentos.
Se um dia for a mais feliz não importa quanto tempo o fui, não que viva à base de concentrado, mas esse momento fez-me viver mais do que o meu trabalho, o meu sono.
Então, não vou esquecer, quero é relembrar como se fosse ontem que alguém, que quis ou não quis ficar, (os motivos só importam enquanto ser racional) disse-me para SONHAR e ser sempre assim.
E na verdade é assim que me amo a mim, que amo a VIDA e que quero amar os outros.
Não sei se alguma vez te disse... (não nos teríamos encontrado já num outro tempo, num outro espaço.???).
Que tenho um JARDIM!
Não um jardim qualquer.
Um JARDIM que um DIA plantei no ESPAÇO, numa NUVEM e para lá viajo quando me quero sentir LIVRE!
Semeei-o para dar mais beleza à minha VIDA, é para lá que vou quando me quero ENCONTRAR!
Ali fico, longas horas, a sós, cultivando as FLORES do meu jardim!
Que SILÊNCIO, que PAZ!
Que sensação de longitude!
Como me fala o CORAÇÃO nessa mágica teia do SILÊNCIO!
Rasgo o ventre à noite, adormeço, ato o meu SONHO na ponta de uma ESTRELA, depois, a meio da MADRUGADA, acordo e pasmo com o que SONHEI!
Olho em VOLTA e penso: Como é bom meditar aqui do ALTO!
Na TERRA, TUDO é diferente!
Lá, ferem GRITOS de aspereza, existem penedias terrivelmente negras e frias, despontam árvores tristes e melancólicas, o matiz dos campos e dos prados já não é verde mas de um pálido doentio, as sombras e as cores choram no vale um soluço enorme e mudo!
Na TERRA, já pouco se SONHA, já não há poesia e o AMOR agoniza!
Aqui não.
Podemos sonhar com andorinhas, com sol quente, com céu azul e morno que nos seduz e eleva ao infinito, dardejando em corações de ESPERANÇA até às portas do paraíso!!!
Não acreditas que tenho este JARDIM?
Não?!
Então anda, dá-me a tua mão, não tenhas medo, vem…
Olha, ali são ROSAS, muitas rosas, brancas, vermelhas, amarelas...
ali ao lado ali são lírios, malmequeres, violetas...
Aquele canteiro ali?!
Nesse plantei SONHOS!
Sim SONHOS!!!!!!
Como não os vês?!!!!!!!
Chega-te mais perto, isso...
já consegues vê-los?!!!
Repara neste…....
Despertei esta NOITE...
para o teu desejo...
que é meu também!
Aqui estou neste SONO infinito...
em que me não deito....
Para te ESPERAR...desperto!
Não sei se vais DEMORAR...
Mas sei que virás um DIA...
uma NOITE...
Para com o teu corpo me despertares deste SONO imenso...
para onde resvalo...
Até lá, enquanto espero, vou repetindo a NOITE...
contigo dentro de MIM...
Apenas envolta nas dobras deste lençol, agora frio, que"desfizemos"...
numa noite das nossas loucas noites de AMOR!
Claro, tenho mais sonhos PLANTADOS no meu jardim...
Outros MORRERAM e não sei se vão RENASCER...
outros deixaram de ser SONHOS, amadureceram, cresceram e hoje já são realidade!
Mas POBRE de mim, que não posso ficar aqui eternamente a plantar SONHOS! Tenho de voltar, de descer para onde VIM!
Depois, Outra vez a NOITE...
Caem sobre mim, do céu estrelado, mistérios profundos...
Que me fazem perguntar:Terá o céu FIM???
Acho que sim, me respondo.
Porque o FIM é sempre um PONTO de PARTIDA para a imensidade Para a ETERNIDADE!
Não sei se gostaste de CONHECER o meu JARDIM...
pois, tal como dizes, nem sempre se gosta do que se CONHECE!
Mas, tivesses GOSTADO ou NÃO, nunca o SABERIAS se lá não tivesses ENTRADO!...
Sabes, os filósofos aceitam que " o homem e a mulher é MORTAL pelos seus RECEIOS e IMORTAL pelos seu DESEJOS, que tentar algo e fracassar é, pelo menos, aprender mas que não tentar é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido"
Nunca te esqueças, num JARDIM, as ROSAS mais belas, nem sempre são as que mais nos seduzem!!!
Na vida também é assim...
Repara: ...
A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura paixão ou nos diz que nunca se sentiu assim.
Nem a que se muda para nossa casa ao fim de 3 semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo.
A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco.
Tão simples quanto isto.
Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem.
O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem.
Os príncipes encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; ...ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração devagar...
Podem parecer menos empenhados ou sinceros que os antecessores, mas o que chamamos hesitação ou timidez talvez seja uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar.
O príncipe encantado não é o namorado mais romântico que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol durante a noite para não nos constiparmos e se levanta às 3 da manhã para nos fazer um chá.
Não é o que nos compra discos românticos e nos canta canções de amor, é o que nos ouve falar de tudo...
não é o que diz Amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre.
Não é o que passa metade das férias connosco e a outra com os amigos, é o que passa de vez em quando férias com os amigos.
O príncipe que sabe o que quer não é o melhor namorado; é o marido mais porreiro.
Não é o que olha para nós todos os dias, mas o que olha por nós todos os dias.
O que têm paciência para os meus, os teus, os nossos filhos e ainda arranja paciência para os filhos dos outros...
Não precisa de um carro bestial, basta-lhe música bestial para ouvir no carro.
Gosta de ler e sai pouco à noite, porque prefere ficar em casa a namorar.
Sabe estar no momento certo na nossa vida, é aquele que consegue preencher o vazio mesmo estando ausente.
O príncipe sabe quando erra, sabe quando fez mal, e sabe desculpar-se.
O príncipe é aquele que olho e digo que vou estar com ele para sempre e ele vai lá estar para mim.
É aquele com que me acorda de manhã com um abraço.
O príncipe sabe dar carinho mesmo sem o pedir.
O príncipe é príncipe porque governa um reino, porque sabe dar e partilhar, porque ajuda, apoia e faz-nos sentir importantes.
Espero que tenhas entendido.
Sabes, fez-me bem ter-te encontrado, ter-te MOSTRADO o meu JARDIM, fez-me sentir bem.
Se gostaste do meu jardim, ele è teu, podes voltar quando quiseres.
Se não te seduziu, se não conseguiste sentir o perfume das flores e dos sonhos, ESQUECE-O ou finge que nunca lá estiveste!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Baile de máscaras

Todos vestimos uma máscara ….
Num dia uma ….
No outro dia já a trocamos…
Usamos sempre a que nos convêm e quando nos convêm…
E TU, já tens a tua?
Bem-vindo ao baile da hipocrisia.
Num dia uma ….
No outro dia já a trocamos…
Usamos sempre a que nos convêm e quando nos convêm…
E TU, já tens a tua?
Bem-vindo ao baile da hipocrisia.
Esta é a melhor altura para deixar cair a máscara.
Hoje, só hoje, deixar cair a máscara!
Dá oportunidade que os outros te vejam com realmente és.
Ainda consegues rir, ainda existe em ti alguma coisa de criança...
Surpreende os outros, aposto que és capaz, mostra-te.
Se não fores capaz, não te surpreendas, que a vida seja um eterno carnaval, que vivas com máscara, tu e os outros, por todos os dias da tua vida…
Um dia vamos querer tirar a máscara e fazer a dolorosa descoberta de não saber o que somos quando nos apercebemos que por trás da máscara sempre houve outra máscara.
A de fingir que sempre fomos “outros”…
Vamos sendo o que se espera de nós e nunca nós mesmos.
A minha rebeldia, inquietação, faz-me querer tirar a máscara todos os dias.
Vejo através dela um rosto que já tem marcas do tempo mas que ainda mantém um sorriso de criança com qualquer coisa de “inocência”.
Inocência...?
Todos nós guardamos alguma coisa de meninos de inocência dentro de nós.
Basta tirar a mascara e procurar ou um dia resolvemos mascarar-nos de nós mesmos......
E assustamo-nos!!!
Mostra-te...
Deixa que se veja o que se esconde por detrás dessa máscara de sempre.Hoje, só hoje, deixar cair a máscara!
Dá oportunidade que os outros te vejam com realmente és.
Ainda consegues rir, ainda existe em ti alguma coisa de criança...
Surpreende os outros, aposto que és capaz, mostra-te.
Se não fores capaz, não te surpreendas, que a vida seja um eterno carnaval, que vivas com máscara, tu e os outros, por todos os dias da tua vida…
Um dia vamos querer tirar a máscara e fazer a dolorosa descoberta de não saber o que somos quando nos apercebemos que por trás da máscara sempre houve outra máscara.
A de fingir que sempre fomos “outros”…
Vamos sendo o que se espera de nós e nunca nós mesmos.
A minha rebeldia, inquietação, faz-me querer tirar a máscara todos os dias.
Vejo através dela um rosto que já tem marcas do tempo mas que ainda mantém um sorriso de criança com qualquer coisa de “inocência”.
Inocência...?
Todos nós guardamos alguma coisa de meninos de inocência dentro de nós.
Basta tirar a mascara e procurar ou um dia resolvemos mascarar-nos de nós mesmos......
E assustamo-nos!!!
Mostra-te...
Oferece o teu melhor sorriso, sem máscara
Deixa que se veja a tua luminosidade, sem máscara
Deslumbra os outros com o teu deslumbramento, sem máscara
Permite que os outros te vejam as verdadeiras feições.
Sem máscara
Dá-te...
Sem máscara
Ama, sem máscara
Beija, abraça, faz amor, sexo, promessas, sem máscara.
Ou não te surpreendas se a vida se transformar em um eterno baile de máscaras.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Fogo...
...magia de Deuses, luz divina que aquece esta noite fria. Fogo, da tua pele que arde de desejo, da tua alma que ilumina o caminho recondido por onde me embrenho.
Fogo que me consome o espírito, que funde os sentidos numa única sensação.
Elemento poderoso que transformas a matéria, alteras as formas, e modificas as sombras, trazendo-nos uma imagem do dia, no meio da noite.
Aqui, sentada, no meio destas paredes de pedra, és a luz do meu mundo.
Com os braços apoiados sobre a secretária de madeira velha, escrevo, embalada nas nuances do teu brilho.
A folha branca, completa-se ao encontrar a tinta, fazendo os caracteres ganhar formas perfeitas.
Já não sei se escrevo, já não sei se desenho, os simbolos mesclam-se com a luz e transformam-se.
No frio deste salão imenso, onde o vazio é senhor, os quadros que pintei, em vidas passadas, adornam as sombras do presente, recordando-me aquilo que já foi.
Na nostalgia deste momento, o tempo suspende-se por um instante, em que encontro nas palavras que escrevo, o teu rosto.
A noite estende-se até à madrugada, e a alvorada prepara-se para me acordar, encontrando-me debruçada sobre folhas brancas, vazias de letras que, afinal, não escrevi.
O fogo que ardia é agora um punhado de cinzas e o dia, vem revelar as paredes despidas de nada, do meu quarto de dormir.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Dor silenciosa

Há certos dias que se pudesse, apagava-os do calendário.
Dias em que a falta que me fazes é tão grande, que me faz desejar nunca terem existido.
Hoje é um desses dias.
Passaram 4 anos…
Já mal me recordo do som do teu riso (desculpa-me por isso),
Mas jamais esquecerei que os melhores aniversários que passei foram na tua companhia.
Dias em que a falta que me fazes é tão grande, que me faz desejar nunca terem existido.
Hoje é um desses dias.
Passaram 4 anos…
Já mal me recordo do som do teu riso (desculpa-me por isso),
Mas jamais esquecerei que os melhores aniversários que passei foram na tua companhia.
Nem todas as palavras do mundo conseguirão exprimir a falta que me fazes; nem todos os segundos de inúmeras horas serão suficientes para ocupar o vazio que deixas-te.
Prometo que vou tentar me divertir.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Gostava de ficar!
Sinto-me psicossomáticamente doente...O meu doloroso corpo recusa-se a partir.
Quando nos “intervalos” sem ti a meu lado, enquanto te espero, penso como teria sido se nos tivessemos conhecido antes,…muito antes!
Sim, antes, no tempo em que o teu coração e o meu descobriram o AMOR, quando descobrimos o DESEJO!
Quando as nossas esperanças começaram a nascer, sem imagens falsas da felicidade, da entrega.
Gostava de te ter conhecido antes, quando os nossos sonhos ainda eram “puros” e os ideais “ingénuos”, para juntos termos aprendido as primeiras lições da vida e do coração.
Gostaria que nos tivessemos encontrado antes, muito antes...
Numa nova vida, num outro tempo,em que não precisássemos de temer o futuro,nem duvidar de sentimentos.…
Mas não foi assim…
Só nos conhecemos AGORA.
Pergunto-me:- terá sido na hora certa, no momento certo?!!
Respondo-me:- não sei!
Só sei que nos encontrámos AGORA e que sinto uma enorme vontade de FICAR....
Por isso aqui estou ...
A escrever mais uma página do meu LIVRO.
Quero confiar-to, quero que o desfolhes e leias, página a página, folha a folha, sem pressas, pois nele irás descobrir de onde VIM, por onde CAMINHO e onde quero CHEGAR!
Depois de o leres, se te seduzir CAMINHAR a meu lado, não preciso que mo devolvas.
Guarda-o, pois será NOSSO e daí em diante, tudo o que nele anotarmos, será sempre escrito a "duas mãos", em caligrafia bem legível e com tinta que não se "apague", que fique, que dure e perdure...
infinitamente....
Não me deixes ir, que o vento e a chuva não apaguem da areia os passos da minha passagem por ti!
Gostava de FICAR!
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Espero-te

Reflecte no céu desta Noite de breu, a luz dos sonhos.
Encontro no ar o perfume que invento de ti.
És um esboço no papel branco onde deixo resvalar o lápis.
És miragem em pleno deserto. Deus invisível, que habitas o meu sonhar.
Encontro-te, disperso em pedaços, na realidade com que me cruzo, mas apenas no meu mundo és real.
Moldei o teu corpo do barro que extraí da Terra, com um beijo soprado, ofereci-te um pedaço da minha alma e, com a luz duma estrela distante, dei-te vida.
Esta é a utopia que me inspira, sombra duma vida por inventar.
Homem esculpido pelas minhas próprias mãos, alma gémea, ou pura alucinação.
Nos devaneios desta Noite, entrego-me a ti, deixando-me absorver pelas tuas caricias.
Entrego nos teus braços o que resta do corpo exausto, o que resta da minha alma, repousa junto da tua, sangue dos mesmo sangue, vinho do mesmo cálice.
Não existes, ninguém te vê, apenas eu te sinto no porvir de cada anoitecer.
Não és nada, vazio imenso, apenas em mim és tudo.
Espero, tranquilamente, entre séculos, pelo dia em que a força de tanto querer, consiga materializar-te.
Poder olhar-te, e sentir-te como sinto a chuva que me molha o corpo, ouvir-te como escuto o canto do pássaro, e ver-te, como vejo o pôr-do-sol.
Entretanto, espero-te!
sábado, 2 de agosto de 2008
46u4rd0 p0r 71...

As letras desenhadas na noite são peças de mapas antigos que indicam o mundo interior...
Cada página que se vai juntando vai transformando todo o seu sentido... das partes no todo.
E as cartas adivinham-se lendo o céu, sentem-se sendo cada uma delas como um selo no coração: guardando...
05 m3u5 br4ç05, 4 m1nh4 4m4, 357ã0 d3 p0r745 4b3r745, 35p3r4nd0 53n71r-73, 4c0nch364r-73 n0 p3170, 53n71r 0 b31j0 d0c3 d05 73u5 4b105 d3 m3, 3 4 c4r1c14 5u4v3 d4 7u4 m40.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Esta noite estou sozinha...

Consomem-se as palavras, silenciam-se as aves sobre as árvores despidas de folhas.
Cai a noite a seguir ao dia, a alma exausta deixa-se ficar, por hoje, imóvel, vazia.
Esta Noite não tenho nada para dizer, não surgem nas pontas dos dedos as letras que te forma, não se descobre na tela vazia um único traço de mim, de ti, do nosso corpo.
O vento sopra, varrendo do chão a poeira que resta, sobras dum fogo extinto, dramas de uma vida abandonada entre nadas.
Cai a noite a seguir ao dia, a alma exausta deixa-se ficar, por hoje, imóvel, vazia.
Esta Noite não tenho nada para dizer, não surgem nas pontas dos dedos as letras que te forma, não se descobre na tela vazia um único traço de mim, de ti, do nosso corpo.
O vento sopra, varrendo do chão a poeira que resta, sobras dum fogo extinto, dramas de uma vida abandonada entre nadas.
A voz cala-se, os pensamentos hibernam na letargia de um frio inverno, o coração, seca, na aridez deste deserto, não te escuto, nem o palpitar do teu coração se faz sentir.
As lágrimas não percorrem mais a planície da minha face, o sal acumula-se no fundo deste lago seco que são os meus olhos.
Não te encontro em lado algum, deixo-me ficar.
As lágrimas não percorrem mais a planície da minha face, o sal acumula-se no fundo deste lago seco que são os meus olhos.
Não te encontro em lado algum, deixo-me ficar.
As asas ficam, penduradas no armário do esquecimento, fazendo-me perder o equilíbrio conseguido para voltar a voar.
Não há sonhos, nem presenças constantes, apenas a ausência se perde neste imenso e desolado mundo.
Partiram todos, e fiquei só!
Não há sonhos, nem presenças constantes, apenas a ausência se perde neste imenso e desolado mundo.
Partiram todos, e fiquei só!
Do teu corpo esbelto, conservo ainda o quadro, desenho feito de carvão, que mantenho suspenso das paredes da alma, como última recordação do passado, âncora que se prende ainda no chão vazio deste rio outrora fulgurantemente cheio de ti.
Esta noite estou sozinha...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Escultura
Desvendo-te, o corpo oculto por séculos de espera.
Sopro, suave, uma brisa que aos poucos revela a tua silhueta.
São pedaços de ti, que recolho aqui e ali, e junto para formar um puzzle complexo que julgo seres tu.
Nas noites límpidas, olho o céu, procuro nele o brilho do teu olhar, e espero a todo o instante que venhas olhar para dentro da minha alma.
Este ser, incorpóreo, feito de palavras apenas, assusta-te, e simultaneamente, provoca-te, numa sensação única que te faz procurar viver o instante, que desperta um frio no corpo, mas aquece a alma.
Gritas em silêncio à noite, perguntas-lhe se realmente existe alguém assim, a noite, calada, diz-te que tens de ser tu a perceber, a descobrir.
Esta noite, vou soprar de mansinho, desnudar-te o corpo, enquanto dormes, como o escultor afaga o barro, húmido, suave, que ganha forma nas mãos do criador, fazendo nascer aqui o homem que encerra a alma, contornando a pele com a ponta dos dedos, dando-lhe vida, fazendo o sonho acontecer.
Depois da criação, sento-me, olhando-a, tentando perceber quanto dela é teu, quanto dela é meu, quanto dela é nosso.
Contemplo-a, procurando nas imperfeições as virtudes do ser diferente, percebendo as minhas falhas.
Espero-te, na magnitude do teu ser, sem dúvidas nas palavras e sem medo de te perderes, afinal, ninguém se perde, porque sempre se guia pelos seus instintos, sempre terás em mim a mão que segurará a tua e te trará de volta da escuridão da tempestade, para a luz, da noite tranquila, em que a Lua nos ilumina os espíritos.

É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas.
É tão silencioso.
Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós os dois?
Dificílimo contar.
Olhei para ti fixamente por instantes.
Tais momentos são o meu segredo.
Houve o que se chama de comunhão perfeita.
Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Podemos tentar durante algum tempo fazer ROMANCES mas acabaremos por entender que as PERSONAGENS desses ROMANCES são por vezes MAIS REAIS do que as pessoas de CARNE e OSSO... Acredita, sou mesmo REAL!
Sou alguém que sente que és como eu quero!
Que sou como tu queres!
Que procuramos os mesmos "momentos", que gostariamos de vivê-los para sempre, momentos que começaram nas primeiras palavras que trocámos e nas outras que ainda ficaram por dizer!
Sou ALGUÉM que gostaria de te DESCOBRIR e que DESCOBRISSES!
terça-feira, 29 de julho de 2008
No Sossego desta Noite

No sossego desta noite, fico a ouvir a minha própria alma.
A Lua, preenche o céu imenso, apagando o brilho da tua estrela.
Sento-me no topo da colina, em meu redor as luzes das cidades vizinhas prolongam o firmamento, pontilhando a Terra escura, esbatendo a linha do horizonte.
Hoje, não se escuta nada, apenas o som do coração que bate, a um ritmo quase parado.
Sei que estiveste aqui, vi-te por entre as sombras das árvores adormecidas, deixaste-te ficar, vieste apenas olhar-me, descobrir nas palavras escritas o fôlego que por vezes te falta.
Senti a tua alma palpitar na escuridão, comprimindo-se para não quebrar o silêncio, de palavras que não escreveste, de frases que nunca pronunciaste.
Com as mãos cravadas sobre a terra, deixei que os dedos se afundassem no solo fresco, deixei que criassem raízes e ali ficassem presos para que não deambulassem sobre as teclas, feitas de letras que sempre te escrevo.
Mas, a minha alma, soltou-se e com ela libertaram-se as palavras, frases completas, que no silêncio desta noite, agruparam as estrelas em novas constelações e desenham sobre o céu escuro, as palavras que não ouso dizer-te ao ouvido, simplesmente porque, estiveste aqui, e não me deixaste ver-te.
sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ocultas-te , por detrás desse olhar, envolto numa névoa de mistérios.
Ofereces-me o corpo, como se apenas ele me saciasse.
Peço-te a alma, que insistes em ocultar detrás do teu peito desnudo.
Escondes-te, cobres-te com o véu da sedução, deixando transparecer o interior fechado numa barreira de cristal que me permite apenas contemplar o brilho que irradia do centro do teu mundo.
Descubro-te, em cada troca de olhares, nos sentidos que reprimes e não queres mostrar.
No momento em que a minha alma trespassa o teu corpo como um sabre que não fere.
Descubro-te, em cada rosto de homem, em cada palavra que não pronuncio, em cada instante que não vivo.
A cada passo, sinto-te o perfume, encontro o toque da tua pele na seda que me acaricia.
Aguardo-te, gosto de ver-te chegar, quando o dia cede sobre a noite que de mansinho o adormece.
Caminhas com a suavidade da brisa da tarde, com a leveza duma pluma.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Personagem Único
Quando é que percebes que bebo de ti, gotas de inspiração, colho-te do peito a própria invenção, metáfora, sentido, até ilusão.Matas-me a sede, com teu sopro de vento, afagas-me a pele com teu sentimento.
E nasço, a cada frase tua, em cada sonho que te faço viver, e morro, a cada silêncio, na escura solidão da noite, por saber que apenas és as letras que passo a escrever.
Vagueio pelos textos que crio para ti, como se me lesses em cada olhar que imagina a palavra, como se fosses real.
Encontro-te, cruzamo-nos nas dimensões em que vivemos, passamos sem nos tocar, deixamo-nos ficar, a olhar.
Segues o teu caminho, eu a minha quimera, adormecendo sobre o livro em branco da vida, na esperança que o amanhecer me traga as palavras que te devo escrever.
Escrevo-te, para quebrar a solidão dos meus dias, acompanhar-te na solidão das tuas noites, por entre todo o silêncio a que te votas, abraçado nesse mar de estrelas que te entra pela janela.
Escrevo-te na busca da perfeição, na onda distante que a alma agita, como um poeta que não rima.
Escrevo-te porque quero ser a chama da tua fogueira, porque quero ser a luz trémula que te ilumina a alma, a companhia que na distância te acalma.
Descubro-te, simplesmente pelo instinto, pelo sabor que provo no vento, gosto teu que me toca, instante aberto em que me entregas a verdadeira essência de ti.
Desenho-te sabendo-te de cor, como se tivesses sido meu alguma vez, como se apenas te tivesse tocado, abraçado, beijado.
Invento-te, na luz do dia, para que sejas real nos sonhos da Noite, e, escrevo-te, mesmo sabendo que não me lês, mesmo sabendo que não me sentes, ainda assim te escrevo, com todas as metáforas que conheço, torneando cada palavra, embutindo nela o sentir que reluz como madrepérola.
Desenho-te sabendo-te de cor, como se tivesses sido meu alguma vez, como se apenas te tivesse tocado, abraçado, beijado.
Invento-te, na luz do dia, para que sejas real nos sonhos da Noite, e, escrevo-te, mesmo sabendo que não me lês, mesmo sabendo que não me sentes, ainda assim te escrevo, com todas as metáforas que conheço, torneando cada palavra, embutindo nela o sentir que reluz como madrepérola.
E tu, aí sentado, olhando a janela e vendo passar lá fora o mundo, perguntas-te, sou eu? E eu respondo-te, sim és tu, tu mesmo, que agora descobriste nas minhas palavras os teus sentimentos, nas minhas metáforas a realidade que vivias procurando.
Utopia dirás, mas o que não é utópico?
Até a própria realidade o será se deixarmos de acreditar nela.
"Todas as personagens, todos os acontecimentos da nossa vida, estão ali porque nós os criámos. Aquilo que QUREMOS FAZER DELES, isso, depende de nós.".
Utopia dirás, mas o que não é utópico?
Até a própria realidade o será se deixarmos de acreditar nela.
"Todas as personagens, todos os acontecimentos da nossa vida, estão ali porque nós os criámos. Aquilo que QUREMOS FAZER DELES, isso, depende de nós.".
RichardBach
Anjo da Guarda
Debaixo do olhar atento da Noite, parto numa viagem em direcção ao infinito. Procuro em todas as dimensões, escutar os prantos dos que sofrem.
Deambulo pelas ruas desertas das cidades, pelos portos vazios de barcos, cais de lágrimas que chorámos.
Voo por entre corações quebrados, olhos molhados pela saudade do que não encontrais.
Acaricio os rostos, e num sopro, seco-os, desenhando-lhes um sorriso.
Ofereço-vos a minha alma, em troca de doces e meigas palavras.
Entrego-vos as letras, metáforas da minha essência para que descubrais a luz que brilha em vosso peito.
Fico, e amo-vos, abraçando cada desespero, transformando cada lamento em profundo amor que vos deixo.
Minhas asas aconchegam vossos corpos desprovidos de roupas, apuram-vos os sentidos, reconstroem-lhes as almas, com pedaços do meu próprio ser.
Digo-vos aquilo que já sentis, limito-me a ajudar-vos a descobrir-se.
Deixo-vos em minhas frases o alento de que precisais para seguir em frente, a confiança que haveis perdido ao longo do caminho e, o vosso próprio amor, que não sabias onde o havias perdido.
De feridas saradas, com um sorriso no rosto e asas abertas, tomais o rumo do vento, e eu sopro, para que ganheis altura.
Vejo-vos, seguir em frente, até ao fio dum horizonte onde nunca pensastes chegar.
Cansada, e com o despontar do dia a queimar-me o olhar, parto, vazia por dentro, plena na alma, em direcção ao meu porto de abrigo, concha em que me fecho para repousar, até uma nova Noite acordar.
20/07/08 - 7:00h
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Regresso a Casa

Nesta longa caminhada, subindo a encosta da vida, aprendo em cada passada, a certeza duma busca perdida.
O corpo, cansado, dos passos que deu, a alma pesada pelos séculos que perdeu.
Procuro encontrar o caminho de volta à casa das palavras, onde deixei, escritos e formulas, em épocas passadas.
Quero sentar, sobre a velha cadeira, pousar a minha mão sobre a pena, deixar nas páginas vazias, o cheiro da tinta, com sabor de palavras que carrego dentro.
Quero perder-me a contemplar, da janela, o luar, e a floresta que desenhei, sentindo o vento soprar.
Ao meu castelo quero voltar, por lá deixei os sentidos, que agora que ando perdida, preciso encontrar.
Nas noites etéreas, em que me sento e descanso, solto no vento o meu pranto, deixo a alma vaguear, por todo este mar de desencantos.
As telas não desenhadas, campos estéreis, esperam pela minha mão, para desenhar sobre elas os traços de ti, que encontrei espalhados por aí.
Em vidas, outrora vividas, colhi as histórias, sentimentos e palavras, que carrego comigo, sempre que regresso ao lugar onde um dia comecei a caminhar, nesta busca perdida para te encontrar.
Caminhos distantes, lugares recondidos, gravaram-me na alma o sabor dos instantes, o gosto de outros seres, e os pedaços perdidos que de ti fui encontrando ao longo desta viagem imensa que mais uma vez chega ao fim.
Não existe final, sem um novo início, e hoje, quando o Sol me despertar, recomeçarei de novo, a caminhar.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Despedida

Esta Noite, parti! Parti, para não mais voltar, desdobrei as minhas asas, ocultas desde que me tornei humana, e voei para longe.
Esta Noite, desisti, de carregar nas costas a eternidade contida na vida de uma mortal.
Desisti de tentar entender como o nada pode transformar-se em tudo com um simples acto.
Esta Noite, vou embora, no escuro do céu, na companhia das estrelas, deixando ao acaso o caminho a percorrer, deixando para trás a experiência humana que sempre quis viver.
O imenso tempo que a eternidade comporta não se suspende e alonga-se, estirando-nos a alma, comprimindo-nos o peito, rasgando a saudade, e inibindo-nos a liberdade.
O mundo, é demasiado cruel para aqueles providos de asas, demasiado real, demasiado brutal.
Esta Noite, desisti, de carregar nas costas a eternidade contida na vida de uma mortal.
Desisti de tentar entender como o nada pode transformar-se em tudo com um simples acto.
Esta Noite, vou embora, no escuro do céu, na companhia das estrelas, deixando ao acaso o caminho a percorrer, deixando para trás a experiência humana que sempre quis viver.
O imenso tempo que a eternidade comporta não se suspende e alonga-se, estirando-nos a alma, comprimindo-nos o peito, rasgando a saudade, e inibindo-nos a liberdade.
O mundo, é demasiado cruel para aqueles providos de asas, demasiado real, demasiado brutal.
Palavras, soltas no vento, vazios, desalentos.
Noite de utopia, sonho ou mera fantasia.
Espero por ti, barca do destino, neste cais onde o mar é feito de nuvens e o céu inundado de águas.
Espero que me leves, fazendo a ponte entre a vida que não me preenche, e os sonhos, ideais e quimeras que me alimentam o espírito.
Noite de utopia, sonho ou mera fantasia.
Espero por ti, barca do destino, neste cais onde o mar é feito de nuvens e o céu inundado de águas.
Espero que me leves, fazendo a ponte entre a vida que não me preenche, e os sonhos, ideais e quimeras que me alimentam o espírito.
Entrego-me nesta espera, de lágrimas nos olhos por ver derrotadas todas as expectativas, de lágrimas vagueando pela face por sentir na pele o fogo que queima os que me são queridos.
Infame destino, tempo perdido na procura do inatingível, minutos, horas e dias, feitos de anos de esforços gorados, remando a contra-maré, sem sair do mesmo sítio.
Infame destino, tempo perdido na procura do inatingível, minutos, horas e dias, feitos de anos de esforços gorados, remando a contra-maré, sem sair do mesmo sítio.
O corpo exausto, espera pela unção, que sarará os flagelos infringidos.
A alma cinzenta, escurecida, espera pela luz, para ganhar cor, e resplandecer de energia.
Neste lugar, onde não há dia nem noite, onde a espera parece infinita e ao longe avisto o paraíso pretendido, deixo-me ficar, preso aos fios que aqui deixei, pedaços meus que um dia plantei, derramo o sal destas lágrimas que me escorrem como sangue pelo corpo abaixo.
A alma cinzenta, escurecida, espera pela luz, para ganhar cor, e resplandecer de energia.
Neste lugar, onde não há dia nem noite, onde a espera parece infinita e ao longe avisto o paraíso pretendido, deixo-me ficar, preso aos fios que aqui deixei, pedaços meus que um dia plantei, derramo o sal destas lágrimas que me escorrem como sangue pelo corpo abaixo.
É hora de pagar, alto, o preço de um sonho, é hora de aguentar, o cilício, e esperar, mais um pouco, dar tempo, amparar os desprotegidos e...
depois...
Deixar-me levar, até ao destino!
depois...
Deixar-me levar, até ao destino!
sábado, 12 de julho de 2008
O fim depende de ti...

Como uma torrente, como uma onda que persegue a anterior, as palavras procuram a escrita.
Um sentimento puxa o outro.
Os sentimentos andaram todo o dia num turbilhão e o coração é pequeno para tanta emoção!
Antes de dormir, as palavras pedem o sossego.
A cabeça procura a paz, o caminho do dia seguinte.
Mais serena, mais calma!
Nas recordações, procuro as memórias.
No tempo procuro as chaves do entendimento.
Quero avançar!
Não sei qual o sentido.
A única certeza é a de que o coração, no momento certo vai falar.
Sempre foi assim!
O caminho do pensamento não é fácil.
Por vezes tem armadilhas, subtilezas, mal entendidos que convém perceber.
As palavras nem sempre são palavras!
São ideias, intenções, assim como um “faz de conta”… ou ainda, de uma forma mais profunda, “se nós quiséssemos”…
Nas memórias, procuro os momentos, as palavras…
Não consigo continuar sem uma luz que me guie.
Dá-me um sinal...
Diz-me que existes...
Que és verdade.
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